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	<title>Passe no Exame de Ordem</title>
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		<title>Lei de Acesso à Informação entra em vigor e cidadãos podem pedir vista</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:49:21 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[LAI]]></category>
		<category><![CDATA[lei de acesso à informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes, o cidadão só tinha acesso aos dados relacionados a ele mesmo. Agora pode saber, por exemplo, o salário de servidores, a carga horária de médicos de um hospital público. Nesta quarta-feira (16), entrou em vigor uma lei que amplia &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1291">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<h2>Antes, o cidadão só tinha acesso aos dados  relacionados a ele mesmo. Agora pode saber, por exemplo, o salário de  servidores, a carga horária de médicos de um hospital público.<span id="more-1291"></span></h2>
</div>
<p>Nesta quarta-feira (16), entrou em vigor uma lei que amplia o direito de todos os brasileiros. É a Lei de Acesso à Informação.</p>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>Pela lei basta pedir ao órgão as informações que você quiser, desde que  não sejam sigilosas, como as de investigações em andamento. A  solicitação pode ser feita pessoalmente ou via internet. Antes, o  cidadão só tinha acesso aos dados relacionados a ele mesmo. Agora pode  saber, por exemplo, o salário de servidores, a carga horário de médicos  de um hospital público.</p>
<p>A luta pelo acesso à informação vem de longe e se confunde com a defesa  da democracia. A primeira lei é de 1766 e foi escrita pela Suécia. Na  América do Sul, a Colômbia foi a pioneira, com uma lei de 1888.</p>
<p>A lei brasileira chega para enfrentar a cultura do segredo. A cultura  de que o servidor público faz um favor quando presta informações ao  cidadão. O cidadão tem o direito de saber o horário de trabalho dos  médicos de um posto de saúde. Ele pode ter acesso aos salários dos  servidores e até a todo processo de escolha de uma empresa contratada  por um governo de estado ou por uma prefeitura. As informações devem  estar disponíveis na internet e em outros meios de divulgação.</p>
<p>Os órgãos públicos também terão que oferecer uma sala com o serviço de  informação ao cidadão. Ele pode solicitar pessoalmente ou pela internet  cópias de documentos. E não precisará justificar os pedidos. A resposta  terá que sair em até 30 dias.</p>
<p>O Governo Federal admite que ainda não está 100% pronto para atender à  lei. “É evidente que eles terão percalços, é evidente que eles terão  dúvidas, mas essa lei veio para ficar, e nós vamos fazer a execução  necessária para que o direito do cidadão esteja resguardado e cumprido”,  afirma o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.</p>
<p>Organizações não-governamentais destacam a importância de a sociedade  exigir o cumprimento da lei, principalmente nos municípios. “Ela tem que  ser exercida cotidianamente em cada município do país, em cada setor  pela imprensa, pela sociedade civil, pelas ONGs, pelo Ministério  Público, para que ela, de fato, seja uma lei efetivamente colocada em  vigor no país”, ressalta Augusto Miranda, do Transparência Brasil.</p>
<p>A lei também altera o prazo de divulgação de documentos que tem a ver  com a segurança nacional. Os classificados como ultra-secretos terão o  prazo de sigilo reduzido de 30 para 25 anos e só será permitida uma  prorrogação.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Ministro do STF deve decidir nesta segunda sobre ida de Cachoeira à CPI</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Defesa entrou no Supremo pedindo adiamento do depoimento na comissão. Depoimento de contraventor à CPI está marcado para esta terça-feira (15). O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello deve decidir nesta segunda-feira (14) sobre pedido da defesa &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1287">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Defesa entrou no Supremo pedindo adiamento do depoimento na comissão. Depoimento de contraventor à CPI está marcado para esta terça-feira (15).<span id="more-1287"></span></h2>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello deve decidir nesta segunda-feira (14) sobre <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/05/defesa-de-cachoeira-vai-ao-supremo-para-adiar-depoimento-cpi.html">pedido da defesa do bicheiro Carlinhos Cachoeira para adiar </a>o  depoimento dele na CPI que apura as relações de agentes públicos e  privados com o jogo ilegal. O depoimento está marcado para esta  terça-feira (15).</p>
<p>A defesa argumenta que Cachoeira não pode depor antes de ter acesso aos documentos em poder da CPI.</p>
<p>Em entrevista ao <strong>G1</strong> publicada neste sábado (12), o advogado Márcio Thomaz Bastos disse que caso seu cliente tenha que depor, <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/05/cachoeira-tem-o-direito-de-nao-falar-nada-se-cpi-diz-advogado.html">poderá se negar a responder perguntas da comissão</a>.</p>
<p>Thomaz Bastos disse ainda que se reúne com Cachoeira nesta segunga (14)  na Penitenciária da Papuda, em Brasília, onde ele está preso. Após a  Operação Monte Carlo da Polícia Federal, deflagrada no fim de fevereiro,  Cachoeira foi acusado de comandar uma quadrilha que explorava jogos  ilegais em Goiás e que teria participação de políticos e agentes de  segurança pública.</p>
<p>O habeas corpus impetrado pela defesa do bicheiro no Supremo questiona  decisão do presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que negou  pedido para que os advogados de Cachoeira tivessem acesso aos  documentos da comissão antes do depoimento.</p>
<p>O advogado do contraventor  pede que o ministro do STF decida  liminarmente pelo adiamento do depoimento na CPI até que o mérito do  pedido seja analisado para que Cachoeira &#8220;não seja compelido, antes de  ter ciência das provas a ele vinculadas, a permanecer em silêncio contra  seus legítimos interesses, ou a apresentar versão sobre fatos e provas  que não conhece apropriadamente&#8221;.</p>
<p>No mérito, a defesa solicita que a CPI libere o acesso dos documentos &#8220;em prazo razoável antes da oitiva&#8221;.</p>
<p><strong>Esquema no Congresso</strong><br />
Para receber Cachoeira, um esquema especial de segurança será  estruturado no Senado. Cachoeira deve chegar escoltado por policiais,  mas deve entrar na sala da CPI por uma entrada separada. Lá dentro, a  segurança será feita pela Polícia Legislativa do Senado.</p>
<p>Um sorteio entre os profissionais de imprensa foi organizado pela  assessoria de Comunicação do Senado para evitar tumultos na hora do  depoimento. Um telão será instalado em uma sala ao lado da CPI para os  profissionais que não conseguirem ficar dentro da sala onde estiver  Cachoeira.</p>
<p>A CPI ouvirá ainda, na quinta-feira (17), o depoimento dos procuradores  da República Daniel Rezende Salgado e Léa Batista de Oliveira. O  depoimento dos dois estava previsto para a última quinta-feira, mas foi  adiado porque outro depoimento, o do delegado Matheus Rodrigues, que  comandou a Operação Monte Carlo, se prolongou.</p>
<p><strong>Procurador-geral</strong><br />
Ainda na quinta-feira (17), os integrantes da comissão parlamentar devem votar o requerimento que pede a <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/05/cpi-votara-na-quinta-pedido-para-convocar-procurador-diz-presidente.html">convocação do procurador-geral da República</a>, Roberto Gurgel, para prestar depoimento à comissão.</p>
<p>O requerimento de convocação de Gurgel foi protocolado pelo senador  Fernando Collor (PTB-AL). Ele quer ouvir o procurador-geral para  &#8220;esclarecer aspectos da atuação do órgão de que é o titular com relação a  dois inquéritos da Polícia Federal, conhecidos como Operação Monte  Carlo e Operação Las Vegas&#8221;.</p>
<p>Também deve ser analisado requerimento de autoria do PSDB para que o  procurador se explique por escrito à comissão. O partido considera que  não é necessária a convocação de Gurgel.</p>
<p>Alguns integrantes da CPI defendem a convocação pela comissão, sob o  argumento de que, em 2009, ele não tomou providências ao receber o  inquérito da Operação Vegas, que investigava prática de jogo ilegal. Em  fevereiro deste ano, a Polícia Federal prendeu Cachoeira durante a  Operação Monte Carlo, um desdobramento da Vegas.</p>
<p>Gurgel já afirmou que, por questões técnicas, não poderia depor. Como  procurador-geral, ele tem a prerrogativa de apresentar denúncia relativa  às investigações da CPI. Ele argumenta que não poderia ser testemunha e  acusador.</p>
<p><strong>Governador</strong><br />
O presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), afirmou que o  plano de trabalho da comissão pode mudar e incluir o depoimento de  governadores suspeitos de envolvimento com o bicheiro. O cronograma  original de depoimentos à CPI não prevê a presença de governadores.</p>
<p>O deputado Paulo Teixeira (PT-SP), membro da CPI, afirmou que um  assessor especial do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB),  recebeu R$ 500 mil da organização chefiada por Cachoeira, preso em  fevereiro pela Polícia Federal. A informação foi dada pelo delegado da  PF Matheus Mella Rodrigues, responsável pela Operação Monte Carlo, que  prestou depoimento à CPI na última quinta-feira.</p>
<p>No depoimento, de acordo com o deputado, o delegado informou que  Perillo é citado mais de 200 vezes em gravações telefônicas realizadas  pela operação. Segundo ele, há citações também envolvendo o governador  do DF, Agnelo Queiroz (PT-DF).</p>
<p>Ainda de acordo com deputado Paulo Teixeira (PT-SP), Rodrigues disse  que as investigações apontam que a casa de Perillo, localizada em  condomínio de Goiânia, foi paga com cheques que somavam R$ 1,4 milhão,  com folhas em nome de Leonardo de Almeida Ramos, sobrinho do  contraventor.</p>
<p>O gabinete de imprensa do governador negou, em nota divulgada na noite  desta quinta-feira (10), irregularidade na venda de uma casa. &#8220;A casa  era patrimônio pessoal. Foi vendida rigorosamente dentro da lei e  declarada no Imposto de Renda em uma transação que, absolutamente, nada  tem a ver com a atividade pública do governador&#8221;, diz a nota,  distribuída pelo assessor-chefe de imprensa, Isanulfo Cordeiro.</p>
<p><strong>Conselho de Ética</strong><br />
Também nesta terça-feira, só que pela manhã, o Conselho de Ética do  Senado ouve o depoimento dos delegado da Polícia Federal Raul Alexandre  Marques Souza, responsável pela Operação Vegas, e o delegado Matheus  Mella Rodrigues, responsável pela Operação Monte Carlo, que já depôs à  CPI.</p>
<p>No dia 16, prestam depoimentos os procuradores da República Daniel  Rezende Salgado e Léa Batista de Oliveira, responsáveis pela  investigação da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que resultou  na prisão do contraventor.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>VI Exame da OAB aprovou ao menos um candidato de cada faculdade</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:46:33 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Exame de Ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Nenhuma das 865 instituições teve zero de desempenho no exame. Na edição anterior, 34 faculdades de direito &#8216;zeraram&#8217; no concurso. Nenhuma das 865 faculdades de direito representadas pelos seus bacharéis no último Exame de Ordem Unificado teve desempenho &#8220;zero&#8221; de &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1284">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Nenhuma das 865 instituições teve zero de desempenho no exame. Na edição anterior, 34 faculdades de direito &#8216;zeraram&#8217; no concurso.<span id="more-1284"></span></h2>
</div>
<p>Nenhuma das 865 faculdades de direito representadas pelos seus  bacharéis no último Exame de Ordem Unificado teve desempenho &#8220;zero&#8221; de  aprovação, segundo o resultado divulgado pela Ordem dos Advogados do  Brasil. Nos piores desempenhos, pelo menos um candidato foi aprovado no  Exame da OAB. A aprovação do exame é obrigatória para o bacharel em  direito exercer a advocacia.</p>
<div id="materia-letra">
<div>Na edição anterior do exame, realizado no final do ano passado, 34  faculdades de direito &#8220;zeraram&#8221;, com a reprovação de todos os seus  candidatos inscritos. Desse total, apenas cinco faculdades tiveram  bacharéis inscritos no VI Exame da OAB. As outras 29 instituições não  tiveram participantes.</p>
<p>Foram aprovados 25.912 candidatos entre 101.936 inscritos em todo o  país no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, o que dá um índice de  aprovação de 25,4%.</p>
<p>A universidade com o maior índice de aprovação proporcionalmente ao número de inscritos foi a <a href="http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2012/05/ufjf-tem-quase-90-de-aprovacao-no-exame-de-ordem-unificado.html">Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)</a>,  de Minas Gerais. Fizeram a prova por essa instituição 102 alunos e  foram aprovados 88, perfazendo um percentual de aprovação de 86,27%. Em  seguida estão a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com 84,48% de  aprovação, e a Fundação Universidade Federal de Viçosa (UFV), também de  Minas Gerais, com 80% de aprovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="4"> Veja o índice de aprovados nas últimas edições do exame</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Exame<br />
</strong></td>
<td><strong>Inscritos<br />
</strong></td>
<td><strong>Aprovados<br />
</strong></td>
<td><strong>Índice<br />
</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>VI Exame &#8211; 2012<br />
</strong></td>
<td>101.936</td>
<td>25.912</td>
<td>25,42%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>V Exame &#8211; 2011<br />
</strong></td>
<td>108.335</td>
<td>26.024</td>
<td>24,01%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>IV Exame &#8211; 2011<br />
</strong></td>
<td>121.380</td>
<td>18.334</td>
<td>15,02%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2010.3<br />
</strong></td>
<td>106.891</td>
<td>12.534</td>
<td>11,73%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2010.2<br />
</strong></td>
<td>106.041</td>
<td>16.974</td>
<td>16,00%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2010.1<br />
</strong></td>
<td>95.764</td>
<td>13.435</td>
<td>14,03%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2009.3<br />
</strong></td>
<td>83.524</td>
<td>13.781</td>
<td>16,50%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2009.2<br />
</strong></td>
<td>70.094</td>
<td>16.507</td>
<td>24,45%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2009.1<br />
</strong></td>
<td>58.761</td>
<td>11.444</td>
<td>27,35%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2008.3<br />
</strong></td>
<td>47.521</td>
<td>12.659</td>
<td>19,48%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2008.2<br />
</strong></td>
<td>39.732</td>
<td>11.668</td>
<td>30,22%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Exame 2008.1</strong></td>
<td>39.357</td>
<td>11.063</td>
<td>28,87%</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4"><em>Fonte: FGV Projetos/OAB</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O pior índice entre as faculdades participantes foi da Faculdade de  Macapá (AP), na qual apenas um dos 46 candidatos que fizeram as provas  foi aprovado, o que dá um índice de aprovação de 2,38%. Em seguida estão  o Centro de Ensino Superior do Vale do Parnaíba (PI), com 2,50%; a  Faculdade Zumbi dos Palmares (SP), com 3,57%; o Instituto Paraíba de  Educação e Cultura (PB), com 3,85%; a Faculdade Sinergia (SC) e a  Universidade Paulista Unip de Jundiaí (SP), ambas com 4,76%. Todas estas  faculdades tiveram apenas um bacharel aprovado, mas o número de  participantes foi menor nas que tiveram um índice maior.</p>
<p>país pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 25 de março deste ano e o  prazo para a apresentação de recursos ocorreu de 18 a 21 de abril deste  ano.</p>
<p>Foram aprovados nesta segunda e última etapa os candidatos que tiraram a  nota mínima 6 na prova, que foi composta de uma peça profissional  valendo cinco pontos e quatro questões (valendo 1,25 ponto cada) sob a  forma de situações-problema, nas seguintes áreas de opção do examinando:  direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito  empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário e  do seu correspondente direito processual. A prova objetiva (primeira  fase) do VI Exame foi aplicada no dia 5 de fevereiro deste ano.</p>
<p>O próximo Exame de Ordem teve as inscrições encerradas no domingo (6). A  primeira fase, com prova objetiva, será realizada no dia 27 de maio. A  segunda fase, com prova prova prático-profissional, será em 8 de julho.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Veja as universidades que mais aprovaram no último Exame da OAB</title>
		<link>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1281</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 12:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curso de direito]]></category>
		<category><![CDATA[Exame de Ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Das 20 primeiras colocadas, 19 são públicas e apenas uma é particular. Melhor desempenho foram dos bacharéis da Federal de Juiz de Fora (MG). O último Exame de Ordem Unificado teve 19 universidades públicas entre as 20 instituições que mais &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1281">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Das 20 primeiras colocadas, 19 são públicas e apenas uma é particular. Melhor desempenho foram dos bacharéis da Federal de Juiz de Fora (MG).<span id="more-1281"></span></h3>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>O último Exame de Ordem Unificado teve 19 universidades públicas entre  as 20 instituições que mais aprovaram candidatos. Foram aprovados 25.912  candidatos entre 101.936 inscritos em todo o país no Exame da Ordem dos  Advogados do Brasil, o que dá um índice de aprovação de 25,4%.</p>
<p>A universidade com o maior índice de aprovação proporcionalmente ao  número de inscritos foi a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF),  de Minas Gerais. Fizeram a prova por essa instituição 102 alunos e foram  aprovados 88, perfazendo um percentual de aprovação de 86,27%. Em  seguida estão a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com 84,48% de  aprovação, e a Fundação Universidade Federal de Viçosa (UFV), também de  Minas Gerais, com 80% de aprovação.</p>
<p>A única instituição de ensino privada entre as 20 melhores é a Escola  de Direito do Rio de Janeiro (FGV), com  74,36% de aprovação.</p>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="6"> VEJA O DESEMPENHO DAS 20 MELHORES FACULDADES DE DIREITO NO EXAME DA OAB</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong><br />
</strong></td>
<td><strong>Instituição<br />
</strong></td>
<td><strong>UF<br />
</strong></td>
<td><strong>Participantes<br />
</strong></td>
<td><strong>Aprovados<br />
</strong></td>
<td><strong>Índice<br />
</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>1º)<br />
</strong></td>
<td>Universidade Federal de Juiz de Fora &#8211; UFJF</td>
<td>MG</td>
<td>102</td>
<td>88</td>
<td>86,26%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2º)<br />
</strong></td>
<td>Universidade Federal da Paraíba &#8211; UFPB</td>
<td>PB</td>
<td>58</td>
<td>49</td>
<td>84,48%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>3º)<br />
</strong></td>
<td>Fundação Universidade Federal de Viçosa &#8211; UFV</td>
<td>MG</td>
<td>40</td>
<td>32</td>
<td>80,00%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>4º)<br />
</strong></td>
<td>Universidade Federal de Goiás &#8211; UFG</td>
<td>GO</td>
<td>64</td>
<td>51</td>
<td>79,49%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>5º)<br />
</strong></td>
<td>Universidade Federal do Rio Grande do Sul &#8211; UFRGS</td>
<td>RS</td>
<td>58</td>
<td>46</td>
<td>79,31%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>6º)<br />
</strong></td>
<td>Universidade Federal do Rio Grande do Norte &#8211; UFRN</td>
<td>RN</td>
<td>80</td>
<td>62</td>
<td>77,50%</td>
</tr>
<tr>
<td>7º)</td>
<td>Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE</td>
<td>PE</td>
<td>71</td>
<td>55</td>
<td>77,46%</td>
</tr>
<tr>
<td>8º)</td>
<td>Universidade de São Paulo &#8211; USP/Ribeirão Preto</td>
<td>SP</td>
<td>22</td>
<td>17</td>
<td>77,27%</td>
</tr>
<tr>
<td>9º)</td>
<td>Universidade Federal de Minas Gerais &#8211; UFMG</td>
<td>MG</td>
<td>145</td>
<td>111</td>
<td>76,55%</td>
</tr>
<tr>
<td>10º)</td>
<td>Escola de Direito do Rio de Janeiro &#8211; FGV</td>
<td>RJ</td>
<td>39</td>
<td>29</td>
<td>74,36%</td>
</tr>
<tr>
<td>11º)</td>
<td>Universidade Federal do Acre &#8211; UFAC</td>
<td>AC</td>
<td>26</td>
<td>19</td>
<td>73,08%</td>
</tr>
<tr>
<td>12º)</td>
<td>Universidade de São Paulo &#8211; USP/Lgo. São Francisco</td>
<td>SP</td>
<td>278</td>
<td>203</td>
<td>73,02%</td>
</tr>
<tr>
<td>13º)</td>
<td>Universidade de Brasília &#8211; UnB</td>
<td>DF</td>
<td>40</td>
<td>29</td>
<td>72,50%</td>
</tr>
<tr>
<td>14º)</td>
<td>Universidade Estadual de Maringá &#8211; UEM</td>
<td>PR</td>
<td>108</td>
<td>77</td>
<td>71,37%</td>
</tr>
<tr>
<td>15º)</td>
<td>Universidade Federal de Sergipe &#8211; UFS</td>
<td>SE</td>
<td>48</td>
<td>34</td>
<td>70,83%</td>
</tr>
<tr>
<td>16º)</td>
<td>Universidade Estadual Paulista UNESP/Franca</td>
<td>SP</td>
<td>98</td>
<td>69</td>
<td>70,41%</td>
</tr>
<tr>
<td>17º)</td>
<td>Universidade do Estado do Rio Grande do Norte -<br />
UERN</td>
<td>RN</td>
<td>23</td>
<td>16</td>
<td>69,57%</td>
</tr>
<tr>
<td>18º)</td>
<td>Universidade Federal de Uberlândia &#8211; UFU</td>
<td>MG</td>
<td>110</td>
<td>76</td>
<td>69,09%</td>
</tr>
<tr>
<td>19º)</td>
<td>Universidade Federal do Espírito Santo &#8211; UFES</td>
<td>ES</td>
<td>29</td>
<td>20</td>
<td>68,97%</td>
</tr>
<tr>
<td>20º)</td>
<td>Universidade do Estado do Rio de Janeiro &#8211; UERJ</td>
<td>RJ</td>
<td>99</td>
<td>67</td>
<td>67,68%</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6"><em>Fonte: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)<br />
</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><strong>O Exame de Ordem</strong><br />
A prova prático-profissional (segunda fase) do Exame de Ordem foi  aplicada em todo o país pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 25 de  março deste ano e o prazo para a apresentação de recursos ocorreu de 18 a  21 de abril deste ano.</p>
<p>Foram aprovados nesta segunda e última etapa os candidatos que tiraram a  nota mínima 6 na prova, que foi composta de uma peça profissional  valendo cinco pontos e quatro questões (valendo 1,25 ponto cada) sob a  forma de situações-problema, nas seguintes áreas de opção do examinando:  direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito  empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário e  do seu correspondente direito processual. A prova objetiva (primeira  fase) do VI Exame foi aplicada no dia 5 de fevereiro deste ano.</p>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="2"> SAIBA MAIS SOBRE O EXAME DE ORDEM</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><strong>O que diz a lei</strong>:<br />
O Exame da OAB se baseia no artigo 5º parágrafo XIII da  Constituição Federal: &#8220;XIII &#8211; é livre o exercício de qualquer trabalho,  ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei  estabelecer&#8221;; e no Estatuto da Advocacia (lei 8.906/94): &#8220;Art. 3º O  exercício da atividade de advocacia no território brasileiro e a  denominação de advogado são privativos dos inscritos na Ordem dos  Advogados do Brasil (OAB)&#8221;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quem deve participar</strong><br />
Todo bacharel de direito precisa fazer o exame para poder exercer a profissão de advogado</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quantas provas são feitas por ano?</strong><br />
São três edições por ano e o candidato que não for aprovado pode fazer a edição seguinte</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Como é a prova?</strong><br />
A prova é dividida em duas fases. A primeira fase é composta de 80  questões de múltipla escolha. Quem acertar o mínimo de 40 questões passa  para a segunda fase. Na segunda fase o candidato precisa redigir uma  peça processual e responder a quatro questões, sob a forma de  situações-problema, compreendendo as seguintes áreas de opção do  bacharel, indicada no momento da inscrição: Direito Administrativo,  Direito Civil, Direito Constitucional, Direito do Trabalho, Direito  Empresarial, Direito Penal ou Direito Tributário.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quanto custa a taxa de inscrição?</strong><br />
O candidato paga R$ 200 para fazer o exame</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>O próximo Exame de Ordem teve as inscrições encerradas no domingo (6) A  primeira fase, com prova objetiva, será realizada no dia 27 de maio. A  segunda fase, com prova prova prático-profissional, será em 8 de julho.</p>
<p>No momento da inscrição, o candidato precisa optar pela cidade onde  fará o exame e pela área jurídica da prova prático-profissional. São  elas: direito administrativo, civil, constitucional, do trabalho,  empresarial, penal ou tributário.</p>
<p>A prova objetiva terá a duração de cinco horas e será aplicada dia 27  de maio, das 14h às 19h. Serão 80 questões de múltipla escolha. Quem  acertar o mínimo de 40 questões passa para a segunda fase.</p>
<p>Na segunda fase,o candidato precisa redigir uma peça processual e  responder a quatro questões, sob a forma de situações-problema. O  resultado preliminar final será divulgado em 27 de julho, quando os  candidatos poderão entrar com recursos. O resultado final sairá dia 14  de agosto, segundo o edital.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?feed=rss2&#038;p=1281</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>UFJF tem quase 90% de aprovação no Exame de Ordem Unificado</title>
		<link>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1278</link>
		<comments>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1278#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 12:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curso de direito]]></category>
		<category><![CDATA[Exame de Ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Gabaritos e Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[UFJF]]></category>

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		<description><![CDATA[Para diretor da Faculdade de Direito, sucesso é resultado de esforço conjunto. MG tem 4 instituições entre as 20 mais bem colocadas, segundo OAB. Faculdade de Direito da UFJF foi a primeira colocada no Exame de Ordem Unificado (Foto: Alexandre &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1278">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Para diretor da Faculdade de Direito, sucesso é resultado de esforço conjunto. MG tem 4 instituições entre as 20 mais bem colocadas, segundo OAB.</h2>
<div></div>
<div><img title="Faculdade de Direito da UFJF foi a primeira colocada no Exame Unificado de Ordem (Foto: Alexandre Dornelas/UFJF)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/05/08/faculdade-de-direito-620x465.jpg" alt="Faculdade de Direito da UFJF foi a primeira colocada no Exame Unificado de Ordem (Foto: Alexandre Dornelas/UFJF)" width="620" height="465" /><strong>Faculdade de Direito da UFJF foi a primeira colocada no Exame de Ordem Unificado (Foto: Alexandre Dornelas/UFJF)<span id="more-1278"></span></strong></div>
<p>A Faculdade de Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)  foi a instituição com o melhor desempenho no último Exame de Ordem  Unificado. Dos 102 alunos do curso que se inscreveram, 88 foram  aprovados, o que corresponde a um percentual de aprovação de 86,27%.  Além da UFJF, outras três universidades mineiras estão entre as 20 mais  bem colocadas na avaliação. O resultado foi divulgado pela Ordem dos  Advogados do Brasil (OAB) nesta terça-feira (8).</p>
<p>De acordo com o presidente da OAB-MG, Luís Cláudio Chaves, o alto  índice aprovação da Universidade Federal de Juiz de Fora é um sinal que é  possível alcançar bons resultados na avaliação. “Tem gente que acha o  exame dificílimo, mas a UFJF provou o contrário, com quase 90% de  aprovação”, diz.</p>
<p>Daniel José Fonseca Mendonça, de 25 anos, é um dos 88 alunos da  Universidade Federal de Juiz Fora aprovados no exame da OAB. O estudante  do 10º período conta que escolheu a instituição por causa da excelência  do ensino e da proximidade de Juiz de Fora com Leopoldina, sua cidade  natal. “É um curso muito bom, com muitos professores bons”, avalia.  Outro diferencial apontado por ele é justamente o estudante do curso. “O  ritmo dos alunos motiva a gente a estudar para não ficar para trás”,  conta.</p>
<div><img title="Daniel Fonseca é um dos 88 alunos aprovados (Foto: Daniel Fonseca/Arquivo Pessoal)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/05/08/daniel-300x225.jpg" alt="Daniel Fonseca é um dos 88 alunos aprovados (Foto: Daniel Fonseca/Arquivo Pessoal)" width="300" height="225" /><strong><br />
Daniel Mendonça é um dos 88 alunos aprovados (Foto: Daniel Mendonça/Arquivo Pessoal)</strong></div>
<p>No caso de Daniel Mendonça, a aprovação no Exame de Ordem Unificado  veio na primeira tentativa. Para conquistar o resultado positivo, o  aluno não poupou esforços. Antes da primeira etapa, ele estudou sozinho  em casa durante duas semanas. Já para a segunda fase, o aluno se  matriculou em um cursinho preparatório.</p>
<p>Para o diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal Juiz de  Fora, Marcos Vinício Chein Feres, o primeiro lugar no exame da OAB se  deve a três segmentos. “Eu acho que esse sucesso se deriva do esforço  conjunto do aluno dedicado, que valoriza o curso; do professor, em quem a  universidade tem cada vez mais investido; e do técnico-administrativo,  que, zeloso em suas atividades, gera resultados positivos”, pontua.</p>
<p>Feres enfatiza que a instituição também tem passado por uma mudança na  política de aprendizagem, buscando superar o modelo de ensino baseado  somente na transmissão de conhecimento. “Isso gera um processo em que o  aluno se torna autônomo”, afirma. De acordo com o professor, um dos  objetivos do curso é valorizar a capacidade do estudante de analisar, de  refletir, de criticar e de sintetizar.<br />
<strong> </strong></p>
<div><strong> </strong></p>
<ul>
<li> <a href="http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/05/veja-universidades-que-mais-aprovaram-no-ultimo-exame-da-oab.html">Veja as universidades que mais aprovaram no último Exame da OAB</a></li>
</ul>
</div>
<p><strong>Bom desempenho em Minas Gerais</strong><br />
De acordo com dados divulgados pela OAB, Minas Gerais é o estado com  mais instituições no ranking das 20 melhores faculdades no Exame de  Ordem Unificado. Ao lado da UFJF – primeiro lugar na lista –, estão a  Universidade Federal de Viçosa (UFV), terceira colocada, com 80% de  aprovação; a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), nona colocada,  com 76,55% de aprovação; e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU),  18ª colocada, com 69,09% de aprovação.</p>
<p>Este resultado foi bem recebido pela OAB-MG. “A ordem tem dado uma  atenção especial à educação jurídica em Minas Gerais e isso é um reflexo  do bom trabalho prestado no estado”, afirma o presidente da entidade.  Para Luís Cláudio Chaves, a qualidade dos alunos e o projeto pedagógico  da faculdade pública também foram fundamentais para a boa colocação  conquistada pelas universidades federais mineiras.</p>
<p><strong>O Exame de Ordem Unificado</strong><br />
A prova prático-profissional (segunda fase) do Exame de Ordem foi  aplicada em todo o país pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 25 de  março deste ano e o prazo para a apresentação de recursos ocorreu de 18 a  21 de abril deste ano.</p>
<p>Foram aprovados nesta segunda e última etapa os candidatos que tiraram a  nota mínima 6 na prova, que foi composta de uma peça profissional  valendo cinco pontos e quatro questões (valendo 1,25 ponto cada) sob a  forma de situações-problema, nas seguintes áreas de opção do examinando:  direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito  empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário e  do seu correspondente direito processual. A prova objetiva (primeira  fase) do VI Exame foi aplicada no dia 5 de fevereiro deste ano.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CNJ vai priorizar investigações de irregularidades no Judiciário</title>
		<link>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1275</link>
		<comments>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1275#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 14:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Ayres Britto]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Por unanimidade, conselheiros decidem foco em processos disciplinares. Conselho também decidiu por criação de fórum sobre liberdade de imprensa. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu nesta terça-feira (8) priorizar em sua pauta processos disciplinares contra magistrados e servidores do &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1275">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Por unanimidade, conselheiros decidem foco em processos disciplinares. Conselho também decidiu por criação de fórum sobre liberdade de imprensa.<span id="more-1275"></span></h2>
</div>
<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu nesta terça-feira (8)  priorizar em sua pauta processos disciplinares contra magistrados e  servidores do Judiciário. A proposta foi feita pelo presidente do  conselho e ministro do <a href="http://g1.globo.com/topico/supremo-tribunal-federal/">Supremo Tribunal Federal</a>, Carlos Ayres Britto. A decisão foi unânime.</p>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>Pela proposta do presidente, a prioridade de julgamentos será dada a  &#8220;processos administrativos disciplinares, reclamações disciplinares,  sindicâncias e revisões disciplinares&#8221;. A decisão representa uma mudança  de orientação em relação à gestão do presidente anterior do CNJ,  ministro Cezar Peluso, que era contrário à autonomia do conselho em  iniciar investigações de possíveis irregularidades cometidas por  magistrados antes das corregedorias dos tribunais.</p>
<p>Segundo o presidente, a proposta é feita &#8220;neste propósito de dotar o  nosso admirável Poder Judiciário de condições ainda mais instantes de  rigoroso apego às pautas constitucionais, notadamente ao patrimonialismo  que se manifesta no nosso país de modo tão renitente&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Tranformação por dentro</strong><br />
A autonomia do conselho em realizar as investigações já havia sido  abordada logo no início da sessão do conselho, a primeira presidida por  Ayres Britto. O ministro foi elogiado pela corregedora do conselho,  Eliana Calmon, pela atuação durante o julgamento da resolução que define  as regras para punir e fiscalizar magistrados. Esta possibilidade foi  foco de conflitos entre o então presidente do conselho e do STF,  ministro Cezar Peluso, e a corregedora. Em fevereiro, por 6 votos a 5, a  corte decidiu pela autonomia do conselho neste sentido.</p>
<p>&#8220;O CNJ está pacificado com uma decisão em que Vossa Excelência teve  parte ativa e deixou este tribunal com a ideia de que a sua competência é  uma competência mais abrangente e diversos aspectos do procedimento  disciplinar que vinham há anos sendo questionados&#8221;, afirmou Calmon.</p>
<p>Conhecido pelas citações poéticas, Ayres Britto avaliou que a decisão  do STF foi uma &#8220;transformação radical&#8221;. &#8220;A resolução é dessas estruturas  normativas que vem para transformar uma cultura, mas transformar  naquele sentido radical de que falava Shakespeare: &#8216;transformação é uma  porta que se abre por dentro&#8217;&#8221;, afirmou o ministro.</p>
<p><strong>Fórum de liberdade de imprensa</strong><br />
O conselho também decidiu, por unanimidade, criar um fórum para  discutir a liberdade de imprensa. A medida é uma resposta à revogação em  2009 pelo Supremo Tribunal Federal da Lei de Imprensa, criada durante a  ditadura militar. A intenção, segundo o presidente, é monitorar e  acompanhar as decisões judiciais sobre o tema em todas as instâncias.</p>
<p>&#8220;Todo o povo, politica e culturalmente avançado, consagra a liberdade  de imprensa como uma espécie mesmo de irmã siamesa da democracia&#8221;,  afirmou Ayres Britto ao defender a proposta. Ainda não há previsão sobre  de que forma será criado o fórum nem os detalhes de seu funcionamento.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>Fonte g1.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>OAB aprova quase 26 mil candidatos no Exame de Ordem</title>
		<link>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1272</link>
		<comments>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1272#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exame de Ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Gabaritos e Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[VI Exame da OAB]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1272</guid>
		<description><![CDATA[Resultado final foi divulgado nesta quinta-feira. Índice de aprovação foi de 25,4%. VEJA OS APROVADOS NO VI EXAME DA OAB Jovens dão dicas de como passar no Exame da OAB A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta quinta-feira &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1272">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Resultado final foi divulgado nesta quinta-feira. Índice de aprovação foi de 25,4%.<span id="more-1272"></span></h2>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<div><strong> </strong></p>
<ul>
<li> <a href="http://www.oab.org.br/arquivos/resultado-final.pdf" target="_blank">VEJA OS APROVADOS NO VI EXAME DA OAB<br />
</a></li>
<li> <a href="http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2012/05/jovens-de-ms-aprovados-na-oab-dao-dicas-de-como-passar-no-exame.html">Jovens dão dicas de como passar no Exame da OAB<br />
</a></li>
</ul>
</div>
<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta quinta-feira (3) o  resultado final do VI Exame de Ordem Unificado. Foram aprovados 25.912  candidatos entre 101.936 inscritos em todo o país, o que dá um índice de  aprovação de 25,4%. Veja a relação dos aprovados no link ao lado.</p>
<p>A OAB já tinha aprovado 23.709 candidatos ao divulgar o resultado  preliminar. Outros 11.154 candidatos entraram com recursos para a  análise da prova. Destes, 2.203 foram aprovados.</p>
<p>A prova prático-profissional (segunda fase) do Exame de Ordem foi  aplicada em todo o país pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 25 de  março deste ano e o prazo para a apresentação de recursos ocorreu de 18 a  21 de abril deste ano.</p>
<p>Foram aprovados nesta segunda e última etapa os candidatos que tiraram a  nota mínima 6 na prova, que foi composta de uma peça profissional  valendo cinco pontos e quatro questões (valendo 1,25 ponto cada) sob a  forma de situações-problema, nas seguintes áreas de opção do examinando:  direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito  empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário e  do seu correspondente direito processual. A prova objetiva (primeira  fase) do VI Exame foi aplicada no dia 5 de fevereiro deste ano.</p>
<p><strong>Inscrições para o próximo Exame</strong><br />
Quem não foi aprovado poderá tentar novamente fazer o Exame de Ordem. A  OAB recebe até o próximo domingo (6) as inscrições para o VII Exame de  Ordem. A taxa de inscrição é de R$ 200, e a aprovação no Exame de Ordem é  requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado.  As inscrições podem ser feitas no <a href="http://www.oab.org.br/" target="_blank">site da OAB</a> ou no<a href="http://oab.fgv.br%20/" target="_blank"> site da FGV Projetos</a>,  responsável pela prova. A inscrição pode ser paga no banco até o dia 7  de maio, considerando homologada a inscrição com a efetivação do  pagamento.</p>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="2"> SAIBA MAIS SOBRE O EXAME DE ORDEM</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><strong>O que diz a lei</strong>:<br />
O Exame da OAB se baseia no artigo 5º parágrafo XIII da  Constituição Federal: &#8220;XIII &#8211; é livre o exercício de qualquer trabalho,  ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei  estabelecer&#8221;; e no Estatuto da Advocacia (lei 8.906/94): &#8220;Art. 3º O  exercício da atividade de advocacia no território brasileiro e a  denominação de advogado são privativos dos inscritos na Ordem dos  Advogados do Brasil (OAB)&#8221;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quem deve participar</strong><br />
Todo bacharel de direito precisa fazer o exame para poder exercer a profissão de advogado</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quantas provas são feitas por ano?</strong><br />
São três edições por ano e o candidato que não for aprovado pode fazer a edição seguinte</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Como é a prova?</strong><br />
A prova é dividida em duas fases. A primeira fase é composta de 80  questões de múltipla escolha. Quem acertar o mínimo de 40 questões passa  para a segunda fase. Na segunda fase o candidato precisa redigir uma  peça processual e responder a quatro questões, sob a forma de  situações-problema, compreendendo as seguintes áreas de opção do  bacharel, indicada no momento da inscrição: Direito Administrativo,  Direito Civil, Direito Constitucional, Direito do Trabalho, Direito  Empresarial, Direito Penal ou Direito Tributário.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quanto custa a taxa de inscrição?</strong><br />
O candidato paga R$ 200 para fazer o exame</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A primeira fase, com prova objetiva, será realizada no dia 27 de maio. A  segunda fase, com prova prova prático-profissional, será em 8 de julho.</p>
<p>No momento da inscrição, o candidato precisa optar pela cidade onde  fará o exame e pela área jurídica da prova prático-profissional. São  elas: direito administrativo, civil, constitucional, do trabalho,  empresarial, penal ou tributário.</p>
<p>A prova objetiva terá a duração de cinco horas e será aplicada dia 27  de maio, das 14h às 19h. Serão 80 questões de múltipla escolha. Quem  acertar o mínimo de 40 questões passa para a segunda fase.</p>
<p>Na segunda fase,o candidato precisa redigir uma peça processual e  responder a quatro questões, sob a forma de situações-problema. O  resultado preliminar final será divulgado em 27 de julho, quando os  candidatos poderão entrar com recursos. O resultado final sairá dia 14  de agosto, segundo o edital.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>STF reconhece direitos dos índios em disputa de terra no sul da BA</title>
		<link>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1268</link>
		<comments>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1268#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 11:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1268</guid>
		<description><![CDATA[Supremo Tribunal Federal votou a situação das terras indígenas.Por sete votos a um, a decisão foi de anular os títulos das fazendas. O assunto não estava agendado para a sessão, mas diante do agravamento dos conflitos no sul da Bahia &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1268">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Supremo Tribunal Federal votou a situação das terras indígenas.Por sete votos a um, a decisão foi de anular os títulos das fazendas.</h3>
<div></div>
<div id="gmcembed_wrapper_0">
<div>
<div><img src="http://s02.video.glbimg.com/x240/1930241.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
<p>O assunto não estava agendado para a sessão, mas diante do agravamento dos conflitos no sul da <a href="http://g1.globo.com/topico/bahia.html">Bahia</a> entre índios e fazendeiros, a ministra Carmem Lúcia pediu que o julgamento do caso fosse retomado.</p>
<p>A ação foi proposta pela Funai em 1982 e começou a ser julgada em 2008.  Ela pede a anulação dos títulos de propriedade dos fazendeiros que têm  terras na área de 54 mil hectares da reserva indígena  Caramuru-Catarina-Paraguaçu, na região sul da Bahia.</p>
<p>Segundo a Funai, a reserva foi demarcada, mas nunca foi homologada. Já  os agricultores dizem que os títulos foram concedidos pelo governo da  Bahia.</p>
<p>Diante do impasse, o conflito na região se agravou nos últimos meses. Desde o começo do ano, 68 fazendas nos municípios de <a href="http://g1.globo.com/ba/bahia/cidade/itaju-do-colonia.html">Itaju do Colônia</a>, Pau Brasil e Camacã foram ocupadas pelos índios.</p>
<p>O Supremo deu a resposta à disputa: por sete votos a um, os ministros  reconheceram que as terras são dos índios pataxó e determinaram a  anulação dos títulos das propriedades que estão dentro da reserva: 186  ao todo.</p>
<p>De acordo com a decisão do <a href="http://g1.globo.com/topico/supremo-tribunal-federal/">Supremo Tribunal Federal</a> cabe agora à União fazer a desocupação pacífica das terras no sul da  Bahia. Ela também fica responsável pela decisão de indenizar ou não os  fazendeiros pelas benfeitorias realizadas na área.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>STF decide, por unanimidade, pela constitucionalidade das cotas raciais</title>
		<link>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1265</link>
		<comments>http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1265#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 13:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas raciais]]></category>
		<category><![CDATA[DEM]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Supremo julgou ação do DEM que questionou sistema de cotas da UnB. Ministros entenderam que cotas são necessárias para reduzir desigualdade. Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou nesta quinta-feira (26) a adoção de políticas de reserva de vagas &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1265">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Supremo julgou ação do DEM que questionou sistema de cotas da UnB. Ministros entenderam que cotas são necessárias para reduzir desigualdade.</p>
<div id="gmcembed_wrapper_0">
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<div><img src="http://s04.video.glbimg.com/x240/1921975.jpg" alt="" /><span id="more-1265"></span></div>
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<div id="materia-letra">
<div>Por unanimidade, o <a href="http://g1.globo.com/topico/supremo-tribunal-federal/">Supremo Tribunal Federal</a> (STF) validou nesta quinta-feira (26) a adoção de políticas de reserva  de vagas para garantir o acesso de negros e índios a instituições de  ensino superior em todo o país. O tribunal decidiu que as políticas de  cotas raciais nas universidades estão de acordo com a Constituição e são  necessárias para corrigir o histórico de discriminação racial no  Brasil.</p>
<p>Em dois dias de julgamento, o tribunal discutiu a validade da política  de cotas raciais adotada pela Universidade de Brasília (UnB), em 2004,  que reserva por dez anos 20% das vagas do vestibular exclusivamente para  negros e um número anual de vagas para índios independentemente de  vestibular.</p>
<p>O DEM, autor da ação contra as cotas raciais, acusou o sistema adotado  pela instituição de ensino, no qual uma banca analisa se o candidato é  ou não negro, de criar uma espécie de “tribunal racial”.</p>
<p>Outras duas ações na pauta do STF, que não começaram a ser analisadas,  abordam cotas raciais combinadas com o critério de o estudante vir de  escola pública. Elas devem ser analisadas na semana que vem, segundo o  presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto.</p>
<div><img title="Plenário do Supremo durante julgamento das cotas em universidades (Foto: Nelson Jr. / SCO / STF)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/04/26/plenariostf620.jpg" alt="Plenário do Supremo durante julgamento das cotas em universidades (Foto: Nelson Jr. / SCO / STF)" width="620" height="200" /><strong>Plenário do Supremo durante julgamento das cotas em universidades (Foto: Nelson Jr. / SCO / STF)</strong></div>
<p>Dos onze ministros do tribunal, somente Dias Toffoli não participou do  julgamento porque elaborou parecer a favor das cotas quando era  advogado-geral da União.</p>
<p>Para os ministros do STF, ações afirmativas, como a política de cotas  da UnB, devem ser usadas como “modelo” para outras instituições de  ensino, como o objetivo de superar a desigualdade histórica entre negros  e brancos.</p>
<p>O relator da ação, ministro Ricardo Lewandowski, lembrou o caráter  provisório das políticas de cotas. A da UnB tem duração de 10 anos,  podendo ser revista. Para ele, todas as universidades podem adotar os  critérios desde que respeitem os critérios de &#8220;razoabilidade,  proporcionalidade e temporalidade.&#8221; Para ele, a decisão desta quinta  vale para todas as instituições de ensino, não somente as universidades,  e também valida as cotas sociais.</p>
<div><strong></strong><a href="http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/04/veja-frases-marcantes-do-julgamento-sobre-cotas-raciais-no-supremo.html">Veja frases marcantes do julgamento sobre cotas raciais no Supremo</a></div>
<p>&#8220;O modelo que o Supremo tenta estabelecer, se o meu voto for  prevalente, é esse modelo de que não é uma benesse que se concede de  forma permanente, mas apenas uma ação estatal que visa superar alguma  desigualdade histórica enquanto ela perdurar&#8221;, destacou o relator após o  julgamento”, afirmou Lewandowski.</p>
<p>De acordo com dados da Advocacia-Geral da União (AGU), 13 universidades  brasileiras possuem políticas de cotas raciais e outras 20 combinam o  critério de raça com a questão social para fazer a seleção dos  candidatos. A decisão do STF não proíbe outras ações em relação a cotas  para ingresso no ensino superior, uma vez que as universidades têm  autonomia para definir suas políticas.</p>
<div>
<div>Essas medidas visam a combater não somente manifestações flagrantes de  discriminação, mas a discriminação de fato, que é a absolutamente  enraizada na sociedade e, de tão enraizada, as pessoas não a percebem.&#8221;</div>
<div>Joaquim Barbosa, único ministro negro do STF</div>
</div>
<p>“A construção de uma sociedade justa e solidária impõe a toda  coletividade a reparação de danos pretéritos perpetrados por nossos  antepassados adimplindo obrigações jurídicas”, disse o ministro Luiz  Fux.</p>
<p><strong>Ressalvas</strong><br />
Apesar de acompanhar o voto do relator, o ministro Gilmar Mendes fez  críticas à política de cotas raciais validada pelo STF, lembrando que se  trata de uma iniciativa pioneira. Para ele, a reserva de vagas feita  pela universidade deveria levar em conta também a condição econômica do  candidato, sob pena de gerar distorções, como excluir um candidato  branco e pobre do benefício.</p>
<p>Mendes chegou a propor a revisão do modelo criado pela UnB, que,  segundo ele, é “ainda constitucional”, mas se for mantido como está  poderá vir a ferir a Constituição.</p>
<div><img title="índio stf (Foto: Andre Dusek/AE)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/04/26/indio_1.jpg" alt="índio stf (Foto: Andre Dusek/AE)" width="300" height="350" /><br />
<strong>Índio foi retirado do plenário durante julgamento<br />
no STF sobre cotas raciais (Foto: Andre Dusek/AE)</strong></div>
<p><strong>Protesto no julgamento</strong><br />
O voto do ministro Luiz Fux foi interrompido por um manifestante indígena da etnia guarani que <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/04/indio-e-retirado-forca-do-stf-apos-protestar-por-cotas-em-universidades.html">precisou ser expulso do plenário pelos seguranças</a> do STF.</p>
<p>O índio Araju Sepeti queria que os indígenas fossem citados pelo  ministro Fux em seu voto. A política de cotas da UnB, que é tema do  julgamento, inclui a reserva de 20 vagas anuais a indígenas, que não  precisam fazer o vestibular tradicional.</p>
<p>“Vocês violam os direitos de todos e não respeitam a Constituição. O  Brasil é composto de três raças: raça indígena, raça branca e raça  negra&#8221;, disse Sepeti ao ser contido por seguranças do Supremo que o  levaram para fora das grades que separam a sede do tribunal da Praça dos  Três Poderes, em Brasília.</p>
<div><img title="Os ministros Joaquim Barbosa, único ministro negro do tribunal, ao proferir seu voto durante julgamento das cotas raciais (Foto: Nelson Jr. / SCO / STF)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/04/26/jaoquimbarbosanelsonjrstf30.jpg" alt="Os ministros Joaquim Barbosa, único ministro negro do tribunal, ao proferir seu voto durante julgamento das cotas raciais (Foto: Nelson Jr. / SCO / STF)" width="300" height="300" /><strong><br />
Os ministros Joaquim Barbosa, único ministro<br />
negro do tribunal, ao proferir seu voto durante<br />
julgamento das cotas raciais (Foto: Nelson Jr. / SCO<br />
/ STF)</strong></div>
<p><strong>Único ministro negro</strong><br />
Joaquim Barbosa, único ministro negro do STF, ressaltou a importância  das ações afirmativas para viabilizar “harmonia e paz social”. Ele citou  exemplo dos Estados Unidos que se tornaram “o país líder do mundo  livre”, após derrubar a política de segregação racial.</p>
<p>“Ações afirmativas se definem como políticas públicas voltadas a  concretização do princípios constitucional da igualdade material a  neutralização dos efeitos perversos da discriminação racial, de gênero,  de idade, de origem. [...] Essas medidas visam a combater não somente  manifestações flagrantes de discriminação, mas a discriminação de fato,  que é a absolutamente enraizada na sociedade e, de tão enraizada, as  pessoas não a percebem.”, disse Barbosa.</p>
<div>
<div>A imposição de um modelo de estado racializado, por óbvio, traz  consequências perversas para formação da identidade de uma nação. [...]  Não existe racismo bom. Não existe racismo politicamente correto. Todo o  racismo é perverso e precisa ser evitad&#8221;</div>
<div>Roberta Kauffman, advogada do DEM, autor da ação que questionou as cotas raciais</div>
</div>
<p><strong>Contra e a favor das cotas</strong><br />
No primeiro dia do julgamento, a advogada do DEM, Roberta Kauffman,  apresentou argumentos contra o sistema de cotas da UnB. Para ela, a  seleção de quem teria direito às cotas na UnB é feitas com base em  “critérios mágicos e místicos” e lembrou o <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL48124-5604,00-UNB+VOLTA+ATRAS+E+ACEITA+GEMEO+BARRADO+EM+COTAS.html">caso dos irmãos gêmeos univitelinos</a>,  Alex e Alan Teixeira da Cunha. Eles se inscreveram no vestibular, em  2007, e, depois de analisadas fotos dos dois, Alan foi aceito na seleção  das cotas e Alex não. Depois, a UnB voltou atrás.</p>
<p>“A imposição de um modelo de estado racializado, por óbvio, traz  consequências perversas para formação da identidade de uma nação. [...]  Não existe racismo bom. Não existe racismo politicamente correto. Todo o  racismo é perverso e precisa ser evitado”, disse a advogada.</p>
<p>A defesa da UnB argumentou que o sistema de cotas raciais busca  corrigir a falta de acesso dos negros à universidade. Segundo a advogada  Indira Quaresma, que representou a instituição, os negros foram  “alijados” de riquezas econômicas e intelectuais ao longo da história.  Para ela, a ausência de negros nas universidade reforça a segregação  racial.</p>
<p>“A UnB tira-nos, nós negros, dos campos de concentração da exclusão e  coloca-nos nas universidades. [...] Sistema de cotas é belo, necessário,  distributivo, pois objetiva repartir no presente a possibilidade de um  futuro melhor”, afirmou a advogada da UnB.</p>
<p>A validade das cotas raciais como política afirmativa de inclusão dos  negros foi defendida também pelo advogado-geral da União, Luís Inácio de  Lucena Adams e pela vice-procuradora-geral, Deborah Duprat. Para eles, o  racismo é um traço presente na cultura brasileira e que precisa ser  enfrentado.Além dos representantes da UnB, do DEM e da União, outros 10 advogados  ocuparam a tribuna do STF para defender suas posições contra ou a favor  das políticas de reserva de vagas em universidades tendo a raça como  critério.</p>
<p>A maioria das entidades participou de audiência pública realizadas pelo  Supremo, em março de 2010, para discutir o tema. As opiniões se dividem  entre os que defendem e criticam a adoção da questão racial como  critério em detrimento de outros fatores, como a renda do candidato.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
</div>
</div>
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		<title>OAB abre inscrições para uma nova edição do Exame de Ordem</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 12:27:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Exame de Ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Prazo de inscrição vai até o dia 6 de maio. Primeira fase será no dia 27 de maio. VEJA O EDITAL DO EXAME DA OAB A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) abriu nesta quarta-feira (25) as inscrições para mais &#8230; <a href="http://www.passenoexamedeordem.com.br/noticias/?p=1262">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Prazo de inscrição vai até o dia 6 de maio.</h2>
<h2>Primeira fase será no dia 27 de maio.<span id="more-1262"></span></h2>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<div><strong> </strong></p>
<ul>
<li> <a href="http://www.oab.org.br/arquivos/20121-vii-eou.pdf" target="_blank">VEJA O EDITAL DO EXAME DA OAB<br />
</a></li>
</ul>
</div>
<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) abriu nesta quarta-feira (25) as  inscrições para mais o VII Exame de Ordem. As inscrições custam R$ 200 e  podem ser feitas até o dia 6 de maio. A aprovação no Exame de Ordem é  requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas no <a href="http://www.oab.org.br/" target="_blank">site da OAB</a> ou no<a href="http://oab.fgv.br%20/" target="_blank"> site da FGV Projetos</a>,  responsável pela prova. A inscrição pode ser paga no banco até o dia 7  de maio, considerando homologada a inscrição com a efetivação do  pagamento.</p>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="2"> SAIBA MAIS SOBRE O EXAME DE ORDEM</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><strong>O que diz a lei</strong>:<br />
O Exame da OAB se baseia no artigo 5º parágrafo XIII da  Constituição Federal: &#8220;XIII &#8211; é livre o exercício de qualquer trabalho,  ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei  estabelecer&#8221;; e no Estatuto da Advocacia (lei 8.906/94): &#8220;Art. 3º O  exercício da atividade de advocacia no território brasileiro e a  denominação de advogado são privativos dos inscritos na Ordem dos  Advogados do Brasil (OAB)&#8221;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quem deve participar</strong><br />
Todo bacharel de direito precisa fazer o exame para poder exercer a profissão de advogado</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quantas provas são feitas por ano?</strong><br />
São três edições por ano e o candidato que não for aprovado pode fazer a edição seguinte</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Como é a prova?</strong><br />
A prova é dividida em duas fases. A primeira fase é composta de 80  questões de múltipla escolha. Quem acertar o mínimo de 40 questões passa  para a segunda fase. Na segunda fase o candidato precisa redigir uma  peça processual e responder a quatro questões, sob a forma de  situações-problema, compreendendo as seguintes áreas de opção do  bacharel, indicada no momento da inscrição: Direito Administrativo,  Direito Civil, Direito Constitucional, Direito do Trabalho, Direito  Empresarial, Direito Penal ou Direito Tributário.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Quanto custa a taxa de inscrição?</strong><br />
O candidato paga R$ 200 para fazer o exame</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A primeira fase, com prova objetiva, será realizada no dia 27 de maio. A  segunda fase, com prova prova prático-profissional, será em 8 de julho.</p>
<p>No momento da inscrição, o candidato precisa optar pela cidade onde  fará o exame e pela área jurídica da prova prático-profissional. São  elas: direito administrativo, civil, constitucional, do trabalho,  empresarial, penal ou tributário.</p>
<p>A prova objetiva terá a duração de cinco horas e será aplicada dia 27  de maio, das 14h às 19h. Serão 80 questões de múltipla escolha. Quem  acertar o mínimo de 40 questões passa para a segunda fase.</p>
<p>Na segunda fase,o candidato precisa redigir uma peça processual e  responder a quatro questões, sob a forma de situações-problema. O  resultado preliminar final será divulgado em 27 de julho, quando os  candidatos poderão entrar com recursos. O resultado final sairá dia 14  de agosto, segundo o edital.</p>
<p>No último Exame de Ordem foram aprovados 23,7 mil candidatos entre os  99,7 mil que fizeram as provas, o que dá um índice de aprovação de  23,3%, segundo o resultado preliminar. A lista final de aprovados será  publicada no dia 3 de maio, segundo o edital.</p>
<p>Fonte g1.com.br</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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